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29 de julho de 2008

Entrevista TVi

"Falando de Marketing"...
...foi com esse objetivo que fui convidado para participar do Programa Espaço Empresarial, Canal TVi em Itabuna com o apresentador Barbosa Filho.

A entrevista teve como finalidade desmistificar alguns conceitos de Marketing e suas ferramentas, Confira!!!

Parte 1

Parte 2

17 de julho de 2008

Marketing de Guerrilha: um acidente é a única coisa que te faz andar mais devagar?

Ainda temos criatividade para expor nossas idéias e sensibilizar os motoristas a andarem devagar, é o caso da excelente campanha publicitária executada na Matakana Road, na Nova Zelândia. A história foi a seguinte, simularam um acidente às margens da rodovia. A encenação foi completa, com direito a carros amassados, paramédicos, bombeiros e tudo mais que um acidente pode ter. O que acontecia era que os motoristas iam mais de vagar para prestar atenção na tragédia e então, poucos metros depois, se deparavam com um painel luminoso com uma pergunta “Um acidente é a única coisa que te faz andar mais devagar?”. Espetacular heim?


6 de junho de 2008

Em sala de aula...

Interdisciplinar 2008.1.


Equipe: Aguapé - Coletora de Óleo Vegetal.
Turma 1


Desenvolver um produto/serviço foi a proposta desse interdisciplinar, coordenado pelo Jovem professor Marcelo Oliveira, um excelente profissional do Marketing, que através do seu entusiasmo, nos motivou a vencer o cansaço do dia-a-dia, e passar vários finais de semanas reunidos em equipes, abdicando de estar em família, para apresentar no formato de um Plano de Marketing algo diferente do que o mundo moderno tem disponibilizado a sociedade, os produtos e serviços sem diferenciação, mais conhecidos como: “commodity” do marketing.

Foi preciso trabalhar muito para oferecer esse tão precioso produto/serviço com valor agregado (com características diferenciadas), para se destacar nesse mercado que vive em constantes mudanças, e tem pessoas cada vez mais exigentes as quais não são atraídas apenas com o comum e sim com aquilo que o surpreenda e faça dizer o que todo empreendedor espera ouvir: “uau”.

Depois de várias observações e sábios conselhos, desse professor chegamos ao fim de mais um interdisciplinar. Não foi fácil tornar algo tão profissional em um projeto acadêmico, mas todo conhecimento transmitido, foi de grande valia. Valeu a superação e o crescimento dessa turma que se empenhou ao máximo para concluir um trabalho nos aproximando assim ainda mais da realidade, nos fazendo acreditar que o mercado está à procura de profissionais que não estejam apenas envolvidos com a organização, mas sim, de pessoas comprometidas e com habilidades a identificarem nos obstáculos oportunidades que os levará ao sucesso.

Parabéns Marcelo, ser indicado para estar à frente de um projeto gigantesco é de suma importância para capacitação profissional, pesou sobre você não só direcionar o projeto mais a responsabilidade de liderar, fazendo do Interdisciplinar um Plano de Marketing.

Por: Jaziel Alves Cardoso e Pollyanna Heth Souza Castro Sodré, discentes do 5° Semestre de Administração de Empresas – FACSUL

17 de abril de 2008

A “commoditização” das coisas

Não podemos negar a facilidade que encontramos em adquirir bens de consumo e serviços nos dias atuais, sem falar na facilidade que temos para quitar nossos débitos. Hoje, temos um mundo em nossas mãos, com o advento da internet e graças à tecnologia, que nos permite entrar em qualquer loja do mundo e com 3 cliques, torna possível comprar o tão desejado produto ou serviço.

Quando falo em “commoditização” das coisas, faço alusão à palavra commodity, que é destinada aos produtos que estão à espera da diferenciação. Logo, é possível passar por nossas cabeças o quanto as coisas estão sendo “commotidizadas”, ou seja, iguais, sendo fatídico para o comércio, de modo geral, principalmente para o consumidor e, pior ainda, para o empresário que não consegue enxergar como diferenciar suas commodities.

Já no mundo real, “aqui fora”, estamos passando por um pequeno problema que vem incomodando muita gente, que é a “commoditização” das coisas. As lojas, os bancos, as operadoras de telefonia, as pessoas de forma geral que prestam serviços estão esquecendo que lidam com gente. Não é admissível você passar horas e horas em uma ligação de Call Center ouvindo: “Pois não, Senhor!”, “Entendo, Senhor!, “Sua ligação é muito importante para nós, Senhor!”Chega!!! Mesmo a atendente sabendo o meu nome, ela não perde este costume terrível de me chamar de “Senhor”, se seu filho de 13 anos ligar, também será Senhor. Isso é o cúmulo da “commoditização”.

Com o varejo não é muito diferente; os vendedores estão sendo treinados para a “robotização” no atendimento. O que é muito desagradável para as os consumidores, sem falar que, com esse tipo de atendimento, os vendedores ficam quase impossibilitados de ouvir o que os consumidores necessitam e muito menos de resolver seus problemas. Quantas vezes pedimos uma coisa e nos é oferecido outra?

Atualmente o consumidor tem acesso a todo tipo de produto, ficando cada vez mais difícil para o empresário a exclusividade, já que o tão desejado produto pode ser adquirido em qualquer lugar do planeta, com apenas 3 cliques como foi citado acima. Temos que admitir e enfrentar essa realidade e começar a vender também serviços aos nossos consumidores e quando cito aqui serviços, quero dizer atendimento personalizado. O consumidor precisa saber que ele é único. Quando isso não ocorre, caímos na competição apenas por preço, o que, muitas vezes, não é ruim, desde que tenhamos um diferencial no serviço.

Devemos refletir e identificar onde estão as commodities em nossos negócios para diferenciá-las. Para isso, é fundamental ser crítico e ter atitude.

A seguir, seguem 5 passos para que seu atendimento não vire uma commodity:

1. O primeiro passo é perguntar o nome do consumidor e se dirigir a ele pelo seu nome, quantas vezes seja necessário. Usar a percepção nessa hora é muito importante, para entendermos se há ou não necessidade de usar o Sr. ou Srª antes do nome. Com esse passo a conversa irá fluir e ficará ainda mais fácil para o vendedor entender as necessidades do seu cliente.

2. No caso do caixa, é válido seguir a mesma linha de pensamento do Passo 1. Quando o consumidor efetuar o pagamento utilizando o cartão de crédito, olhe o nome dele e passe a chamá-lo pelo nome.
Perceba como ele ficará surpreso com sua atenção (lembre-se: busque sempre encantá-lo).

3. Entenda o verdadeiro motivo que o fez ir ao seu estabelecimento, procure ir além do que ele está dizendo.

4. Faça perguntas, só assim conseguirá entender o que o cliente deseja e deixe claro que entendeu o que ele está buscando (assim você não corre o risco de oferecer algo totalmente diferente do que ele deseja).

5. Na hora de se despedir do cliente, não se esqueça de dizer o que ele mais gosta de ouvir: o seu próprio nome. (“Até mais, Sr. João!”).

12 de abril de 2008

Será que o Modigliani tem pontos na carteira?

Olhem o que minha amiga Sol enviou para mim:


Realmente uma idéia para lá de conteporânea. Confiram!!!!!!

Um dos mais importantes museus brasileiros, o MAC-USP (Museu de Arte Contemporânea) , se mudará para o prédio do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran).

Para divulgar a mudança, a agência LongPlay criou uma campanha bastante interessante, composta de peças para mídia impressa, TV e rádio. A primeira fase da campanha, composta de peças para revistas e jornais, mostra uma carteira de motorista, sendo seu portador o artista Amedeo Modigliani.

A peça traz a imagem da pintura “Auto-retrato”, de 1919 - de Modigliani. A data de nascimento do “portador” dessa documentação é 12 de julho de 1884, quando o artista nasceu na região da Toscana (Itália).